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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Depois de tudo...

...não sei por onde começar
Ontem, quando vivi o 6 Inexistir e o 7 viver, foi um verdadeiro pandemônio
De manhã a morte e, à tarde, a vida renascendo em meio a sons cores em todo o planeta
e foi bom

Um momento vou tomar banho, alto lá, eu não, Ele
eu não sou Ele e Ele é outra pessoa persona uma figura que constrói obras a partir da natureza sonhos revelações sinais: E nesta noite sonhou olhou foi uma criança
Kd a foto preciso encontrar em meio a este emaranhado de números em que se transformou este espaço
talvez uma amiga prima Feliciana Mendes Ribeiro tenha foto de um tempo quando éramos criança e brincávamos e nos divertíamos nos encontros semanas da amizade promovidas pela família, ah, cidade de Sambaíba do Rio Balsas, cidade ou família, tanto faz, faz tanto tempo, era o Padre Tavares, ele deveria ter ido ao nosso 17o Encontro da Familia Ribeiro na praia de Paranaquati, parece que este o nome, na cidade de São José de Ribamar, ah que cidade maravilhosa mas de muita gente com a pele cascorenta por causa da alimentação e, como disse-me um da Cadeia das Pedrinhas: A fome tem cara de herege

A fome tem cara de herege

Tradução: Quem tem fome pode cometer qualquer pecado

Um momento, vou tomar banho. agora sim

A fome tem cara de herege
Esse aí da foto se chama FBI, ele é meu aliado, foi o primeiro com quem conversei ao chegar, tenho vários vídeos, vou ver se dá prá espalhar pelos 73 dias que compõem este mês mensário de marte e saibam que não há lógica pois posso viver todos os dias números num dia minuto segundo grau só como não sou obrigado a coisa nenhuma a não ser ser livre


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